


💔 Ele tem 18 anos, mas o corpo ainda sofre como o de uma criança 💔 Ontem conhecemos um menino que, apesar da aparência infantil, tem 18 anos. Ele convive com a síndrome de Morris e com a diabetes, condições raras e delicadas que impactam diretamente seu desenvolvimento físico, emocional e sua qualidade de vida.
A diabetes exige um controle rigoroso e constante. Sem o tratamento adequado, os riscos são altos: quedas bruscas de glicose, internações frequentes e sérias complicações de saúde. Hoje, ele precisa com urgência de uma bomba de insulina, um equipamento essencial para garantir mais estabilidade, segurança no controle da diabetes e mais autonomia no dia a dia. A bomba de insulina não é luxo. É necessidade. É o que pode permitir que ele viva com mais dignidade, segurança e chances reais de desenvolvimento. 🛑 O tempo importa 🛑 A família não tem condições financeiras de arcar sozinha com o custo do equipamento e dos cuidados necessários para o tratamento contínuo. 💛 Com a sua ajuda, podemos: • Viabilizar a compra da bomba de insulina • Garantir melhor controle da diabetes • Reduzir riscos graves à saúde • Oferecer mais autonomia, segurança e qualidade de vida Qualquer valor faz diferença. A sua doação pode mudar completamente a rotina e o futuro desse jovem. ✨ Se essa história chegou até você, não foi por acaso. 👉 Doe, se puder. 👉 Compartilhe, se não puder. 💙 Ajude a transformar cuidado em esperança 💙
Mostrando 6 Comentários
Ana Clara
Eu tenho um filho da mesma idade. Quando li a história dele, imaginei meu menino passando por isso… não consegui ficar parada. Doe um valor que cabia no meu bolso, mas com o coração cheio de esperança. Ninguém merece lutar sozinho
Pedro Henrique
Quando vi que cada dia sem a bomba de insulina representa risco real de vida, eu senti um aperto enorme. A gente gasta dinheiro com tanta coisa pequena… ajudar alguém a viver com dignidade não é gasto, é propósito.
Cicera Rodrigues
Não é sobre caridade. É sobre humanidade. Ele não escolheu nascer com essas condições. Se a gente pode aliviar um pouco desse sofrimento, por que não fazer?
Meire Fonseca
Doei porque imaginei o medo dessa mãe todas as noites, sem saber se a glicose vai cair de repente. Nenhuma família deveria passar por isso sozinha.
Gabriela Oliveira
talvez minha doação não resolva tudo. Mas se cada pessoa fizer um pouco, a gente transforma o impossível em possível. Eu fiz minha parte
Letícia Mara
Vamos apoiar essa família!
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